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Dados e conhecimento do agente

Um agente genérico responde generalidades. O que torna o seu agente seu é o que ele sabe: os documentos da empresa, os dados da operação, o que já foi decidido antes. A plataforma organiza isso em cinco camadas — cada uma com um papel:

CamadaO que guardaExemplo
Base de conhecimentodocumentos para consultamanual, tabela de preços, política de troca
Coleçõesdados estruturados, linha a linhaleads, pedidos, inventário
Fontes externasseus sistemas, em modo leituraERP, banco de pedidos
Artefatoso que o agente produzrelatórios, gráficos, documentos
Memóriafatos a lembrar entre conversaspreferências, decisões

Base de conhecimento

Suba documentos — PDF, planilhas, texto — e o agente consulta na hora de responder. A base vive na área de arquivos do painel; cada especialista enxerga a base que você vincular a ele, então o agente de vendas e o de suporte podem saber coisas diferentes.

Alimentar a base é uma tela ou um pedido à Aura:

Sobe esse manual do produto na base e deixa o especialista de suporte usando.

Arquivos também entram na base direto da conversa: o usuário anexa o documento e pede "guarda isso na base". Planilhas e extratos anexados também podem ser analisados com números exatos, em vez de estimativa. Veja Anexos de conversa para os detalhes e limites.

Para procedimentos — como fazer, passo a passo — o lugar certo não é a base, e sim as habilidades. Regra prática: fatos e material de consulta na base; roteiros de trabalho nas habilidades.

Coleções

Coleções são tabelas vivas dentro da plataforma. O agente cria a estrutura, insere registros durante os atendimentos, consulta e agrega depois — sem planilha externa, sem banco de dados para você administrar.

Toda vez que alguém pedir orçamento, registra na coleção de leads: nome, contato, produto e valor estimado.

Dos leads deste mês, quantos já viraram venda? Agrupa por produto.

O ciclo completo — o cliente conversa, o agente registra, o gestor pergunta e recebe gráfico na conversa — acontece sem sair do chat.

Fontes de dados externas

Quando os dados já moram nos seus sistemas, o agente vai até eles: conecte um banco de dados ou uma API como fonte externa e ele consulta posição de estoque, status de pedido, cadastro do cliente — sempre em modo somente leitura. O agente enxerga o que precisa para responder, e nada mais: escrever, alterar ou apagar não está no vocabulário dele ali.

As credenciais da conexão ficam no cofre, como manda a segurança da plataforma.

Artefatos

O que o agente produz de duradouro — um relatório mensal, um gráfico de desempenho, um documento — vira artefato: fica salvo na organização, visível na área de arquivos gerados do painel, pronto para compartilhar.

Fecha o relatório de atendimentos do trimestre com os gráficos de evolução e guarda na pasta de resultados.

Memória

Entre uma conversa e outra, o agente lembra o que você mandou guardar:

Guarda que o cliente Acme só recebe entregas às terças.

Na próxima conversa — sua ou de outro atendimento da organização — essa informação está lá. E sai quando você quiser:

Esquece a restrição de entrega da Acme; agora recebem qualquer dia.

Como as camadas se combinam

Um atendimento real usa várias ao mesmo tempo: o agente responde a dúvida pela base, confere o pedido na fonte externa, registra o interesse na coleção, guarda a preferência na memória — e na sexta a tarefa agendada transforma tudo em artefato de relatório.