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Segurança e privacidade

Agentes que enviam e-mail, acessam sistemas e falam com clientes precisam de limites claros. Esta página reúne, num lugar só, como a plataforma protege dados, credenciais e o próprio comportamento do agente.

Isolamento por organização

Cada organização é um compartimento: especialistas, conversas, arquivos, coleções, memórias, chaves e créditos pertencem à organização e não são visíveis fora dela. Todo acesso — pelo painel, pelos canais ou pela API pública — carrega a identidade da organização e é verificado contra ela.

O cofre de credenciais

Senhas, tokens e chaves de API vivem num cofre, não na conversa:

  • O valor entra uma vez — pela tela ou por um campo sigiloso de formulário — e vai direto ao cofre.
  • Depois disso, é só escrita: nem o painel, nem o agente, nem os registros internos exibem o valor de volta. O que se lista são nomes.
  • O agente usa a credencial (para autenticar num sistema, chamar uma API), mas o valor não passa pelo modelo de IA nem fica no histórico.

É a mecânica que sustenta o navegador do agente: ele faz login nos seus sistemas sem nunca conhecer a senha.

Contas conectadas (OAuth)

Integrações como o Google usam OAuth: cada pessoa autoriza a própria conta, pelo navegador, direto no provedor — a plataforma nunca vê a senha. Os tokens resultantes ficam criptografados em repouso, são renovados automaticamente e valem só para aquele usuário naquele serviço. Desconectar revoga o acesso.

O agente age dentro de cercas

  • Ferramentas por especialista. Cada especialista só usa as ferramentas que você declarou — o resto não existe para ele.
  • Destinos controlados. O alcance de rede do agente é restrito ao que as ferramentas conectadas liberam; ele não sai navegando para onde quiser.
  • Código em quarentena. Quando o agente executa código ou desenvolve, isso acontece numa máquina isolada e descartável da organização, com saída de rede controlada — nunca na sua infraestrutura.
  • Limite de custo. O teto de gasto por conversa corta execuções desgovernadas antes de virarem fatura.
  • Aprovação humana. Para ações sensíveis — um envio, uma alteração, um pagamento — você pode exigir que uma pessoa aprove, edite ou rejeite a ação antes de o agente executar.

Atendimento anônimo com redação

No agente público, visitantes não autenticados recebem um tratamento próprio: ferramentas restritas ao modo anônimo, raciocínio interno oculto, isolamento entre visitantes e limites de uso por visitante — o suficiente para atender bem sem expor a operação.

Histórico e auditoria

Conversas ficam registradas — incluindo o atendimento humano, com a linha do tempo de quem assumiu, devolveu e encerrou cada atendimento. Operações administrativas e financeiras geram trilha própria.

LGPD

Privacidade aqui é desenho, não remendo: consentimento registrado com prova, redação automática de dados pessoais nos registros técnicos, exportação antes da exclusão e apagamento definitivo que inclui o próprio login. O inventário completo, medida a medida, está em LGPD na prática.

observação

Segurança boa é a que dá para explicar. Se a sua operação tem requisitos específicos — compliance setorial, retenção, residência de dados, relatório de impacto — fale com a gente antes de desenhar a solução.